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O Podcast Canaltech é um resumo das notícias de tecnologia, para começar o seu dia. De terça a sábado, a partir das 7h nos seus tocadores de podcasts.
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A inteligência artificial está mudando a forma como trabalhamos — e trazendo dúvidas que não são exatamente novas. Para Janete Vaz, presidente do Conselho do Grupo Sabin , o momento atual lembra a chegada da internet às empresas. Na época, também havia medo de perder empregos e de não conseguir acompanhar a transformação. Hoje, segundo ela, a história começa a se repetir com a IA. Em entrevista ao Podcast Canaltech , Janete defende que a tecnologia seja usada para liberar tempo e melhorar a qualidade do trabalho, mas sem colocar as ferramentas no centro das organizações. Dados e automação podem ficar com as máquinas. Já escuta, acolhimento, integração e liderança continuam dependendo das pessoas. A conversa também passa pela presença das mulheres na tecnologia e nos espaços de decisão, diversidade e os desafios para preparar empresas e profissionais para essa nova fase. A entrevista foi gravada durante o Summit Mulheres nas Profissões , em São Paulo. Você também vai conferir: Usar o celular na rua na Itália pode gerar multa; Novas medidas de segurança da Meta chegam ao Brasil?; Lançamentos da Netflix de setembro. Este podcast foi roteirizado por Fernanda Santos e apresentado por Marcelo Fischer , e contou com reportagens de João Melo, André Magalhães e Jaqueline Sousa . A trilha sonora é de Guilherme Zomer , a edição de Lívia Strazza e a arte da capa é de Erick Teixeira . O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026 ! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui . See omnystudio.com/listener for privacy information.
E se o seu notebook já viesse com duas telas ? Essa é a proposta do novo Zenbook Duo , da ASUS, que chega ao Brasil com duas telas OLED de 14 polegadas e um teclado físico removível. na prática, o usuário pode transformar o equipamento em uma espécie de estação de trabalho portátil, com duas telas disponíveis no mesmo computador. Marcelo Fischer esteve no lançamento do produto e conversou com Manuel Castro, Diretor Comercial da ASUS , sobre a tecnologia por trás do Zenbook Duo, as escolhas de design e os desafios de colocar duas telas, um processador de alto desempenho e uma bateria de 99 wh em um notebook que ainda precisa ser transportável. A conversa também passa pelo futuro dos notebooks, pelo crescimento da inteligência artificial e pelo impacto da demanda por chips, memória e SSDs nos preços dos computadores. Você também vai conferir: Galaxy S26 FE já tem data para chegar ao Brasil; Powerbank gigante da BYD pode carregar carros em tempo recorde; Novos radares com IA chegam a mais uma rodovia de SP. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Marcelo Fischer e contou com reportagens de João Melo e Danielle Cassita . A trilha sonora é de Guilherme Zomer , a edição de Natália Improta e a arte da capa é de Erick Teixeira . O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026 ! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui . É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ter pessoas diferentes dentro de uma empresa não é apenas uma questão de diversidade. Para Gisele Stefano, superintendente da TV Band , essa mistura também pode ser determinante para entender o mercado e manter um negócio relevante. Em entrevista ao Podcast Canaltech , a executiva defendeu que as empresas precisam refletir internamente a diversidade que encontram entre seus próprios consumidores, reunindo mulheres, homens, jovens e profissionais mais experientes nos espaços de decisão. Gisele resume essa ideia de uma maneira simples: é preciso ter “o cabelo branco e o cabelo preto na mesma mesa”. Para ela, diferentes perspectivas ajudam as empresas a enxergar melhor o mercado e se tornam uma questão de sobrevivência para os negócios. Primeira mulher a ocupar a superintendência da TV Band nos 89 anos do Grupo Bandeirantes, Gisele também falou sobre liderança feminina, desenvolvimento profissional e o papel da educação na própria trajetória. A entrevista foi gravada durante o Summit Mulheres nas Profissões , em São Paulo. Você também vai conferir: Nova IA do WhatsApp vai avisar usuários sobre golpes; Samsung derruba Apple do trono e vira maior marca de celulares do mundo; Samsung lança Notebooks Galaxy Book 6 no Brasil. Este podcast foi roteirizado por Fernanda Santos e apresentado por Marcelo Fischer , e contou com reportagens de Nathan Vieira, Raphael Giannotti e Marcelo Fischer . A trilha sonora é de Guilherme Zomer , a edição de Jully Cruz e a arte da capa é de Erick Teixeira . O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui . É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Fotos, currículos, documentos, publicações em redes sociais e até informações de clientes podem acabar sendo processados por ferramentas de inteligência artificial. Mas o fato de um dado estar disponível na internet significa que ele pode ser usado livremente? A resposta é não . No novo episódio do Podcast Canaltech, Carlos Lima, sócio do Failla Lima Riva Advogados , explica como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) se aplica ao avanço da inteligência artificial e quais limites continuam valendo para empresas e plataformas. Segundo o especialista, a LGPD “envelheceu bem” justamente porque foi construída a partir de princípios que permitem sua aplicação mesmo diante de novas tecnologias. Isso significa que informações pessoais continuam protegidas mesmo quando estão publicamente acessíveis na internet. Você também vai conferir: Bill Gates lista profissões em risco e alerta para jovens; Vaza celular da Xioami que vai desafiar a Samsung; Rockstar quebra o silêncio sobre os vazamentos de GTA 6. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Marcelo Fischer e contou com reportagens de João Melo, Diego Corumba e Marcelo Fischer . A trilha sonora é de Guilherme Zomer , a edição de Leandro Gomes e a arte da capa é de Erick Teixeira . O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026 ! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui . É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia. See omnystudio.com/listener for privacy information.
O TikTok foi multado em R$ 153,7 milhões pela Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) por falhas na proteção de dados de crianças e adolescentes. Mas como uma rede social pode identificar usuários menores de idade e restringir recursos sem, ao mesmo tempo, ampliar a coleta de dados pessoais? Neste episódio, Marcelo Fischer conversa com Luiz Claudio, CEO e fundador da LC SEC , sobre verificação de idade, reconhecimento facial, controles de segurança, privacidade por padrão e auditorias. O especialista explica como diferentes mecanismos podem ser combinados para reduzir riscos e por que proteger crianças e adolescentes na internet é uma responsabilidade compartilhada entre plataformas e famílias. Você também vai conferir: Microsoft paga usuários para indicar o Edge; Galaxy S27 Ultra pode ter tela autorregenerativa; Amazon e Twitch são processadas por treinamento de IA. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Marcelo Fischer e contou com reportagens de André Magalhães, João Melo e Marcelo Fischer . A trilha sonora é de Guilherme Zomer , a edição de Leandro Gomes e a arte da capa é de Erick Teixeira . O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui . See omnystudio.com/listener for privacy information.
A inteligência artificial já está mudando a medicina, da formação dos profissionais à pesquisa e ao atendimento. Mas, para Margareth Dalcolmo , preparar a saúde para o futuro exige muito mais do que dominar novas ferramentas. Em entrevista ao Podcast Canaltech, a médica, pesquisadora, professora e escritora defende que os profissionais sejam treinados nas melhores tecnologias, mas também nas “melhores humanidades”. Essa necessidade ganha ainda mais peso diante de outra transformação: o envelhecimento do Brasil. Dalcolmo lembra que o país já tem mais de 6 milhões de pessoas com mais de 80 anos e afirma que, em cerca de uma década, teremos mais pessoas com 60 anos ou mais do que menores de 15 anos. Para ela, formar médicos para essa nova realidade significa discutir não apenas inteligência artificial e novas tecnologias, mas também cuidado, envelhecimento e até como garantir dignidade na finitude da vida. Mulheres na ciência A conversa também passa pela presença feminina na ciência e em posições de liderança. Dalcolmo defende igualdade de oportunidades e resume sua visão em uma frase: “Mulher não é cota, mulher tem mérito.” Ela também recupera uma metáfora apresentada pela ministra Cármen Lúcia no Summit Mulheres nas Profissões: as mulheres já se livraram do espartilho físico, mas ainda precisam romper um “espartilho virtual” que pode fazê-las duvidar da própria capacidade. A entrevista foi gravada no Studio Summit, durante o Summit Mulheres nas Profissões, em São Paulo. Você também vai conferir: BYD promete recarregar carros elétricos em apenas cinco minutos, prime Video vai dobrar produções originais na América Latina e app aprende seus hábitos e ajuda a lembrar o que falta em casa. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Danielle Cassita, Marcelo Fischer e Viviane França . A trilha sonora é de Guilherme Zomer , a edição de Yuri Sousa e a arte da capa é de Erick Teixeira . O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui . É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Obras que atrasam, ficam mais caras do que o previsto ou precisam passar por mudanças durante a execução ainda fazem parte da realidade. Ao mesmo tempo, empresas de arquitetura, engenharia e construção já contam com modelos digitais, simulações e inteligência artificial capazes de identificar problemas antes que eles cheguem ao canteiro. Então por que essa conta ainda não fecha? Essa é uma das discussões do novo episódio do Podcast Canaltech , gravado durante o Design & Make Summit 2026 , evento da Autodesk realizado em São Paulo. Em entrevista ao Canaltech, Sylvio Mode, diretor-presidente da Autodesk Brasil , explica que o principal desafio já não está apenas na existência da tecnologia, mas no nível de adoção dessas ferramentas pelas empresas. Segundo o executivo, processos tradicionais na construção podem levar a perdas superiores a 30%. Com sistemas digitais integrados, ele afirma que esse desperdício pode cair para menos de 5%. A inteligência artificial acrescenta uma nova camada a esse processo ao permitir analisar diferentes possibilidades de um projeto antes mesmo da construção. Na prática, a IA pode ajudar a comparar alternativas de projeto considerando eficiência energética, exposição à luz solar, custos e até a necessidade de terraplanagem. Mas, para Mode, ainda existe uma diferença grande entre as empresas mais digitalizadas e o restante do setor. Outro desafio é a formação profissional. Segundo o executivo, muitos trabalhadores ainda chegam ao mercado sem preparo para lidar com essas novas ferramentas, o que aumenta a necessidade de capacitação dentro das próprias empresas. A conversa também passa pelo impacto ambiental da construção e pelos limites da IA. Para Mode, a supervisão humana continua indispensável: a tecnologia pode ampliar as possibilidades de análise, mas não substitui a responsabilidade de quem toma a decisão. Você também vai conferir: WhatsApp prepara IA para transformar fotos horizontais em verticais, vazamento na Latam expõe dados pessoais e informações de clientes eTikTok tem recursos para aumentar a privacidade da sua conta. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Viviane França, André Magalhães e Bruno de Blasi . A trilha sonora é de Guilherme Zomer , a edição de Yuri Sousa e a arte da capa é de Erick Teixeira . O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026 ! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui . É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Celulares que tentam preservar tons de pele mais naturais, fones capazes de traduzir conversas em tempo real e acessórios que também querem fazer parte do look. Essas são algumas das apostas da OPPO para conquistar o público mais jovem no Brasil. No novo episódio do Podcast Canaltech, o repórter João Melo conversa com Raphael Carvalho, gerente de treinamentos da OPPO , sobre os celulares Reno 16 e Reno 16F, o fone Enco Clip 2 e o Bubble . Nos smartphones, a marca aposta em design e recursos voltados à fotografia e à criação de conteúdo. Segundo Carvalho, um dos objetivos é reproduzir cores e tons de pele de maneira mais natural, evitando que o processamento das imagens descaracterize quem está sendo fotografado. Fone que traduz conversas em tempo real O Enco Clip 2, por sua vez, foi desenvolvido a partir de testes em mais de 3.500 orelhas, segundo a empresa. Além da proposta de conforto, o fone oferece tradução em tempo real em 24 idiomas e pode receber pequenos acessórios decorativos. Tecnologia também quer virar acessório de moda Já o Bubble funciona como uma espécie de segunda tela do celular. Ele permite que a pessoa que está sendo fotografada veja o enquadramento da câmera traseira em tempo real e faça o próprio clique a distância. O acessório também pode ser preso a roupas, bolsas e outros itens. Na entrevista, Carvalho explica como funcionam as novidades e por que a OPPO aposta na mistura de tecnologia, criação de conteúdo e personalização para se aproximar da geração Z. Você também vai conferir: Colômbia cancela projeto de internet conectado ao Brasil, Celta pode voltar ao Brasil em versão elétrica e novo chip promete mais desempenho gastando menos bateria. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Renato Moura e Danielle Cassita . A trilha sonora é de Guilherme Zomer , a edição de Natália Improta e a arte da capa é de Erick Teixeira . O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui . É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia. See omnystudio.com/listener for privacy information.
A inteligência artificial que muita gente conhece hoje escreve textos, cria imagens, responde perguntas e ajuda em tarefas no computador. Mas uma nova etapa dessa tecnologia começa a ganhar espaço: a IA física , que leva essa capacidade para máquinas capazes de perceber e agir no mundo real. E isso já começa a mudar a maneira como os robôs trabalham. Durante uma visita à operação da ABB Robotics em Sorocaba, Fernanda Santos conversou com Adrian Covi, Gerente da Linha de Negócios Industries na ABB Robotics América do Sul , para entender até onde essa evolução já chegou e o que muda quando um robô deixa de apenas repetir movimentos programados. Um dos exemplos apresentados por Covi é o de robôs usados na separação de produtos em centros de distribuição . Com inteligência artificial, machine learning e sistemas de visão, essas máquinas podem tentar manipular até itens que nunca viram antes e aprender com as próprias tentativas. Também está mudando a maneira de ensinar uma máquina. Recursos de programação simplificada já permitem configurar determinadas tarefas sem exigir conhecimentos aprofundados de código. Em alguns robôs colaborativos, o próprio operador pode movimentar fisicamente o braço da máquina para mostrar o caminho que ela deverá repetir. Outra parte desse processo pode acontecer antes mesmo de a máquina chegar ao chão de fábrica. Segundo Covi, ferramentas de simulação permitem criar ambientes virtuais para testar e validar operações e, com novas tecnologias, buscar uma reprodução de até 99% do ambiente real. A evolução também levanta questões que vão muito além da tecnologia. Quanto de autonomia é seguro entregar a uma máquina que age no mundo físico? Por que pequenas e médias empresas ainda encontram barreiras para adotar robôs? E o que acontece com os trabalhadores quando determinadas tarefas passam a ser automatizadas? Na entrevista, Covi explica que segurança e ergonomia estão entre os motivos que levam empresas a buscar automação e afirma que a robótica começa a se tornar acessível também a operações menores, embora ainda exista a percepção de que esse tipo de tecnologia pertence apenas às grandes indústrias. Você também vai conferir: Golpe da falsa central usa medo para roubar dinheiro das vítimas, projeto pode baratear revisões e dar mais liberdade ao motorista e Analista de sistemas é a profissão de TI com mais empregos CLT no país. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer e Paulo Amaral . A trilha sonora é de Guilherme Zomer , a edição de Leandro Gomes e a arte da capa é de Erick Teixeira . O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026 ! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui . É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia. See omnystudio.com/listener for privacy information.
A inteligência artificial está mudando a forma como trabalhamos, acessamos informações e tomamos decisões. Mas, em um cenário cada vez mais tecnológico, algumas das habilidades mais importantes para quem quer liderar continuam sendo essencialmente humanas. Para Michelle Hacke, do Grupo Mulheres do Brasil , uma delas é a capacidade de observar o cenário antes de simplesmente chegar com uma resposta pronta. Em ambientes cada vez mais complexos, saber fazer perguntas, ouvir perspectivas diferentes e enxergar o que está acontecendo ao redor pode fazer diferença na tomada de decisão. A discussão ganha uma dimensão especial quando falamos da presença feminina nos espaços de liderança. Michelle defende que aumentar essa participação não deve ser tratado apenas como uma questão de diversidade: ter diferentes perspectivas nos lugares em que decisões são tomadas também influencia a capacidade das organizações de encontrar novas respostas e inovar. E, mesmo com a inteligência artificial assumindo um papel cada vez maior na análise de informações, existe uma parte que continua nas mãos das pessoas: decidir o que fazer com esses dados. Por isso, habilidades como visão sistêmica, curiosidade, construção de confiança e coragem aparecem como pontos importantes para as lideranças desse novo cenário. Neste episódio do Podcast Canaltech, gravado durante o Summit Mulheres nas Profissões, conversamos com Michele Hacke, do Grupo Mulheres do Brasil, sobre liderança feminina, tecnologia e as habilidades que podem fazer diferença em um mercado de trabalho em transformação. Você também vai conferir: Celular do futuro pode ter chip vivo, feito à base de bactérias; TikTok prepara transferência de dinheiro pelas DMs; TV com parabólica vai ganhar recursos da TV 3.0 no Brasil. Este podcast foi roteirizado por Fernanda Santos e apresentado por Marcelo Fischer , e contou com reportagens de Nathan Vieira e André Magalhães . A trilha sonora é de Guilherme Zomer , a edição de Jully Cruz e a arte da capa é de Erick Teixeira . O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui . See omnystudio.com/listener for privacy information.
Olhar para o céu e descobrir uma estrela que explodiu em outra galáxia parece cena de filme. Mas foi exatamente o que aconteceu com a astrofísica brasileira Duília de Mello . Em 1997, ela estava em um observatório no Chile estudando galáxias quando percebeu algo diferente nas imagens: havia uma estrela que não deveria estar ali. Duília chegou a pensar que estava observando o lugar errado, mas decidiu investigar aquela espécie de “estrela intrusa”. A explicação estava a mais de 50 milhões de anos-luz de distância . O ponto que aparecia nas observações era uma estrela que havia explodido em outra galáxia, uma supernova. No novo episódio do Podcast Canaltech , Duília conta como essa descoberta aconteceu e explica de maneira simples o trabalho de uma astrofísica extragaláctica, área dedicada ao estudo de outras galáxias. A conversa também passa pelos desafios de construir uma carreira em uma área historicamente dominada por homens. Duília lembra que, durante uma viagem ao Chile, entrou no refeitório de um observatório com cerca de cem pessoas e se surpreendeu ao encontrar apenas homens. Ao longo da carreira, também precisou lidar com preconceito, microagressões e situações de mansplaining. E tem até espaço para uma curiosidade que ela carrega literalmente na mão: um anel feito com um fragmento de meteorito que caiu na Argentina. Duília explica como a ciência consegue identificar que uma pedra veio do espaço analisando, entre outros fatores, a proporção de seus elementos químicos. Você também vai conferir: Apple pode levar câmeras e inteligência artificial aos AirPods, julgamento pode mudar recursos populares do Instagram e celular à prova d’água traz de volta a bateria removível. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Nathan Vieira e André Magalhães . A trilha sonora é de Guilherme Zomer , a edição de Vicenzo Varin e a arte da capa é de Erick Teixeira . O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026 ! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui . É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Terremotos, tornados, ciclones, enchentes e outros fenômenos naturais podem acontecer de forma devastadora. Mas, se não é possível impedir que eles ocorram, a tecnologia pode ajudar a reduzir seus impactos. Hoje, sismógrafos, satélites, estações meteorológicas e diferentes sistemas de monitoramento trabalham juntos para identificar riscos e acompanhar mudanças na atmosfera e na superfície da Terra. Esses dados permitem emitir alertas com antecedência e ajudam autoridades e populações a se preparar para situações extremas. A inteligência artificial também começa a ganhar espaço nesse processo. Segundo o professor Francisco de Assis Mendonça, do Programa de Pós-graduação em Geografia da Universidade Federal do Paraná (UFPR) , a tecnologia tem ajudado principalmente a acelerar a análise de grandes volumes de informações, correlacionar diferentes variáveis e transformar dados técnicos em informações que possam chegar mais rapidamente à população. Mas prever é apenas parte do desafio. Um alerta só consegue salvar vidas quando chega às pessoas de maneira clara e quando elas sabem o que fazer depois de recebê-lo. Na entrevista, Mendonça explica que o Brasil ainda passa por uma mudança de cultura: sair de uma lógica focada em remediar os danos depois de uma tragédia para investir cada vez mais em prevenção e preparação. Também é necessário melhorar a comunicação e criar infraestrutura para que as pessoas saibam onde buscar proteção em uma emergência. No novo episódio do Podcast Canaltech, a gente explica até onde a tecnologia já consegue antecipar fenômenos naturais, qual é o papel dos satélites e da inteligência artificial nesse monitoramento e o que ainda precisa evoluir para que previsões cada vez mais precisas realmente ajudem a salvar vidas. Você também vai conferir: Starlink prepara novo roteador com Wi-Fi 7, Samsung vai deixar dez celulares Galaxy sem atualizações e OpenAI dissolve equipe que avaliava riscos graves da IA. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Nathan Vieira, Bruno Bertonzin e Marcelo Fischer . A trilha sonora é de Guilherme Zomer , a edição de Lívia Strazza e a arte da capa é de Erick Teixeira . O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026 ! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui . É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia. See omnystudio.com/listener for privacy information.
A inteligência artificial está avançando rapidamente, mas existe uma infraestrutura física por trás de cada resposta de um chatbot, recomendação de um aplicativo ou sistema que usa IA. E justamente essa infraestrutura enfrenta um período de forte pressão. Um estudo da ISG aponta que a escassez de componentes de alto desempenho, como GPUs, CPUs e SSDs , pode continuar até 2027 ou 2028. A demanda cresceu rapidamente com a popularização da inteligência artificial, enquanto ampliar a capacidade mundial de fabricação de chips pode levar anos. Esse cenário já está mudando a forma como as empresas acessam poder computacional. Grandes provedoras de nuvem conseguem garantir fornecimento por meio de contratos e compromissos de compra, enquanto outras empresas enfrentam filas, preços elevados e acabam recorrendo à nuvem pública em vez de montar uma infraestrutura própria. No Brasil, porém, existe uma combinação que pode abrir oportunidades. O país recebeu bilhões de dólares em investimentos em data centers e conta com ampla oferta de energia de fontes renováveis. Segundo Pedro L. Bicudo Maschio, autor do estudo ISG Provider Lens sobre o mercado brasileiro, um dos principais obstáculos hoje está no custo para importar o hardware necessário. No novo episódio do Podcast Canaltech , conversamos com Pedro L. Bicudo Maschio, pesquisador e autor do estudo ISG Provider Lens sobre o mercado brasileiro de nuvem híbrida e serviços de data center para entender por que existe uma disputa por chips, como isso está fortalecendo o mercado de nuvem e o que pode mudar com o Redata. Na avaliação do pesquisador, a redução dos custos de hardware pode ajudar o Brasil a se tornar um centro regional de infraestrutura de nuvem e inteligência artificial. A conversa também mostra por que esse assunto não interessa apenas às empresas de tecnologia. A infraestrutura de IA já está por trás de aplicativos, serviços digitais e sistemas usados diariamente e pode influenciar o custo e a disponibilidade de novas soluções. Você também vai conferir: EUA liberam empresas privadas para atacar criminosos pela internet, celular gamer aposta em visual de “nave espacial” e Samsung prepara headphone premium para rivalizar com Apple e JBL. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer e Bruno Bertonzin. A trilha sonora é de Guilherme Zomer , a edição de Yuri Souza e a arte da capa é de Eric Mockaitis . O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026 ! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui . É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os fones de ouvido open-ear estão ganhando espaço no mercado com uma proposta diferente: permitir que o usuário ouça música sem se desconectar completamente do que acontece ao redor. No novo episódio do Podcast Canaltech , o repórter Renato Moura conversa com Rodrigo Knist, presidente da Harman Brasil e responsável pela América do Sul , sobre a nova geração de fones da JBL e a aposta da empresa nesse formato. Segundo o executivo, os modelos open-ear vieram para ficar e devem ganhar espaço em diferentes momentos do dia a dia. A conversa também passa pela inteligência artificial. Rodrigo explica que a tecnologia já é usada pelos engenheiros da empresa para acelerar o desenvolvimento de produtos e também aparece no software responsável pelo processamento de sinal dos novos fones. Outro ponto é o desafio do cancelamento de ruído. Enquanto os modelos tradicionais conseguem isolar o usuário do ambiente, os open-ear têm justamente a proposta contrária. E, segundo Rodrigo, a JBL ainda não chegou a uma solução eficiente de cancelamento de ruído para essa categoria. O episódio ainda aborda conforto, design, uso durante atividades físicas e o comportamento do consumidor brasileiro, que, segundo o executivo, tem papel importante na estratégia global da marca. Você também vai conferir: Falta de chips pode adiar o iPhone 18 para 2027, caixa inteligente promete acabar com comida fria no delivery e ChatGPT ganha voz mais natural e conversa em tempo real. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Nathan Vieira, Bruno Bertonzin e Viviane França . A trilha sonora é de Guilherme Zomer , a edição de Livia Strazza e a arte da capa é de Eric Mockaitis. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026 ! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui . É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia. See omnystudio.com/listener for privacy information.
A suspensão das transmissões ao vivo do Discord no Brasil colocou novamente em debate a responsabilidade das plataformas digitais pela segurança de crianças e adolescentes. A Autoridade Nacional de Proteção de Dados, a ANPD , determinou a suspensão do Go Live e de funcionalidades equivalentes após o caso envolvendo a morte de uma adolescente de 13 anos. A plataforma continua funcionando, mas a decisão levanta uma questão importante: como impedir situações graves em ambientes digitais sem monitorar tudo o que os usuários fazem? A suspensão das transmissões ao vivo do Discord no Brasil colocou novamente em debate a responsabilidade das plataformas digitais pela segurança de crianças e adolescentes. A Autoridade Nacional de Proteção de Dados, a ANPD, determinou a suspensão do Go Live e de funcionalidades equivalentes após o caso envolvendo a morte de uma adolescente de 13 anos. A plataforma continua funcionando, mas a decisão levanta uma questão importante: como impedir situações graves em ambientes digitais sem monitorar tudo o que os usuários fazem? Esse é o tema do Podcast Canaltech desta sexta-feira. Fernanda Santos conversa com Luiz Claudio, CEO e fundador da LC SEC, especialista em cibersegurança , para entender onde os mecanismos de proteção podem falhar e quais tecnologias já permitem identificar comportamentos de risco mesmo quando a plataforma não consegue acessar diretamente o conteúdo de uma transmissão. Durante a entrevista, Luiz explica como inteligência artificial, análise comportamental e moderação humana podem atuar em conjunto. Segundo ele, simplesmente oferecer ferramentas de denúncia não é suficiente: é preciso que os mecanismos consigam identificar situações de risco e agir com rapidez. A conversa também aborda um dos maiores dilemas desse debate: segurança e privacidade podem entrar em conflito? O especialista explica que não existe uma solução única e que as plataformas precisam criar diferentes camadas de proteção de acordo com o risco apresentado por cada situação. Outro ponto discutido é o impacto da decisão para o restante do mercado. Para Luiz, o caso pode aumentar a pressão sobre outras plataformas que oferecem transmissões ao vivo e estimular uma maior troca de informações entre empresas sobre comportamentos de risco. O episódio ainda traz orientações para pais e responsáveis sobre o uso de redes sociais e plataformas por crianças e adolescentes e discute por que a responsabilidade pela segurança precisa ser compartilhada entre famílias e empresas de tecnologia. Você também vai conferir: Rival do BYD Dolphin chega ao Brasil custando três vezes mais que na China, mais de 400 operadoras clandestinas estão na mira da Anatel e TIM oferece nova chance de conseguir ingressos para o Rock in Rio. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Paulo Amaral, Renato Moura e Nathan Vieira . A trilha sonora é de Guilherme Zomer , a edição de Jully Cruz e a arte da capa é de Erick Teixeira . O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026 ! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui . É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia. See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Copa do Mundo Feminina 2027 , que será realizada no Brasil, deve contar com o mesmo padrão tecnológico adotado no Mundial masculino. Em entrevista ao Podcast Canaltech, Gal Barradas, diretora executiva de Negócios e Marketing da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027 , explicou que a tecnologia estará presente não apenas naquilo que o torcedor vê durante os jogos, mas também nos bastidores e na experiência do público. Entre os exemplos estão recursos para facilitar a compra e transferência de ingressos, o FIFA ID e a integração da jornada dos torcedores. A conversa também passa pelo crescimento do futebol feminino, pelas oportunidades de trabalho criadas pelo esporte e pelo interesse de empresas e patrocinadores nesse mercado. A entrevista foi gravada no Studio Summit, parceria entre o Canaltech e o Grupo Mulheres do Brasil durante o Summit Mulheres nas Profissões . Você também vai conferir: Apple pode lançar seis novos iPhones ainda em 2026, SUS vai levar dados de saúde para uma nuvem nacional e Manus se separa da Meta e vai apagar dados de usuários. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Nathan Vieira, Bruno de Blasi e Viviane França . A trilha sonora é de Guilherme Zomer , a edição de Leandro Gomes e a arte da capa é de Erick Teixeira . O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026 ! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui . É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia. See omnystudio.com/listener for privacy information.
A inteligência artificial já está mudando o mercado de trabalho. Mas, à medida que essas ferramentas se tornam acessíveis a mais pessoas, surge uma nova questão: o que vai diferenciar um profissional? Para Renato Winnig, Head de Comunicação Integrada e Ecossistema de Marca da Vivo , acompanhar a evolução da IA será essencial, mas não suficiente. Habilidades como escuta, criatividade, relacionamento e capacidade de adaptação tendem a ganhar ainda mais importância em um mundo cada vez mais conectado e acelerado. Em conversa com o Podcast Canaltech, Renato também fala sobre excesso de informação, nossa relação com o celular e a importância de encontrar um equilíbrio entre tecnologia e habilidades humanas. A entrevista foi gravada no Studio Summit, uma parceria entre o Canaltech e o Grupo Mulheres do Brasil durante o Summit Mulheres nas Profissões, em São Paulo. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026 ! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui . É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia. See omnystudio.com/listener for privacy information.
A chegada de anúncios ao ChatGPT abre uma nova frente para o mercado de publicidade digital e pode mudar não apenas onde as marcas anunciam, mas a forma como elas tentam entender o consumidor. Em entrevista ao Podcast Canaltech, Bruno Belardo, VP regional de Growth para a América Latina da Adlook , explica que a principal mudança está na quantidade de contexto disponível durante uma conversa com uma inteligência artificial. Até agora, boa parte da publicidade digital tentou descobrir quem é o usuário a partir de informações como interesses, comportamento e histórico de navegação. Com a IA generativa, a lógica pode mudar: mais importante do que saber quem é a pessoa será entender o que ela quer naquele momento. Uma pessoa pode gostar de carros há anos, por exemplo, mas estar procurando especificamente um financiamento, um seguro ou uma revisão. Para Belardo, compreender essa intenção pode permitir anúncios muito mais relevantes. Isso também traz um desafio importante: confiança. Se o usuário não conseguir distinguir uma resposta da inteligência artificial de um conteúdo patrocinado, a própria credibilidade da plataforma pode ser colocada em risco. Por isso, a expectativa é de que publicidade e respostas continuem claramente separadas. Durante a conversa, Belardo também discute se anunciar dentro de ferramentas de IA pode custar mais, como equilibrar monetização e experiência do usuário e por que os anúncios podem se tornar menos numerosos, mas muito mais contextualizados. E a transformação pode ir ainda além. Na visão do executivo, em alguns anos talvez nem estejamos mais discutindo “anúncios no ChatGPT”. Com o avanço dos agentes de IA, sistemas poderão conversar diretamente com agentes de bancos, companhias aéreas, supermercados e outras empresas para buscar produtos, comparar alternativas e até ajudar a realizar compras. Nesse cenário, as marcas deixam de disputar apenas a atenção das pessoas e passam a disputar também a recomendação dos agentes de inteligência artificial. Você também vai conferir: Apple tenta evitar novos aumentos no preço do iPhone, Disney+ ganha IA para ajudar você a escolher o que assistir e criadores brasileiros podem deixar de ganhar dinheiro no X. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Nathan Vieira, Viviane França e André Magalhães . A trilha sonora é de Guilherme Zomer , a edição de Natália Improta e a arte da capa é de Erick Teixeira . O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026 ! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui . É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia. See omnystudio.com/listener for privacy information.
As estradas brasileiras estão ficando cada vez mais conectadas. A expansão do Free Flow , sistema de pedágio sem cancela, é uma das mudanças mais visíveis, mas está longe de ser a única. Por trás dos novos pórticos existe uma infraestrutura que combina conectividade, identificação por radiofrequência, leitura de placas e softwares capazes de processar as informações dos veículos. E mesmo quando a conexão cai, os dados podem ficar armazenados no próprio equipamento para serem transmitidos depois. A inteligência artificial também começa a ganhar espaço nas rodovias. Novos sistemas de visão computacional conseguem analisar imagens com rapidez e identificar situações como motoristas usando o celular ou sem o cinto de segurança. Mas colocar toda essa tecnologia para funcionar traz desafios. Além da cobertura de internet nas estradas, a expansão do Free Flow exige adaptação dos motoristas a uma nova forma de pagamento. Para quem não utiliza uma tag, por exemplo, é preciso lembrar de consultar e quitar a cobrança posteriormente. No novo episódio do Podcast Canaltech , Elisa Fontes conversa com Daniel Fuchs, VP de Inovação da Arqia e especialista em IoT, conectividade e transformação digital, sobre a infraestrutura por trás dessas mudanças e os desafios para tornar as rodovias brasileiras mais conectadas. A conversa também olha para o que vem pela frente. Com mais conectividade, as estradas poderão ampliar o rastreamento de cargas, monitorar condições como temperatura e peso de caminhões e criar infraestrutura para uma futura adoção de veículos autônomos. Você também vai conferir: Meta lucrou com anúncios de exploração infantil gerados por IA, tecnologia do Spotify quer transformar as compras online e Photoshop e outras ferramentas da Adobe chegam ao ChatGPT. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer e André Magalhães . A trilha sonora é de Guilherme Zomer , a edição de Yuri Sousa e a arte da capa é de Erick Teixeira . O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026 ! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui . É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os celulares dobráveis já passaram da fase de causar espanto, mas será que estão perto de se tornar tão comuns quanto os smartphones tradicionais? A Samsung acredita que esse mercado ainda tem bastante espaço para crescer. Segundo Renato Citrini, gerente sênior de Produto da Samsung , as vendas de dobráveis da marca cresceram 150% no Brasil entre 2024 e 2026. A empresa também afirma responder por oito de cada dez aparelhos dobráveis vendidos no país. Em entrevista ao Podcast Canaltech , Citrini explica o que mudou desde a chegada do primeiro Galaxy Fold, em 2019, e por que fatores como espessura, resistência e durabilidade foram importantes para aumentar a aceitação desse tipo de aparelho. A nova geração também mostra uma tentativa de alcançar públicos diferentes. Enquanto o Flip aposta na portabilidade e no design, o Fold Ultra mira quem busca produtividade. Já o Fold ocupa um espaço intermediário, com foco maior no consumo de vídeos, jogos, livros e outros conteúdos. A conversa também passa por um dos principais receios de quem pensa em comprar um dobrável: a durabilidade. Citrini fala sobre os testes de abertura e fechamento dos aparelhos, as mudanças na dobradiça e o uso de novos materiais para reduzir a marca da dobra na tela. Outro destaque é a chegada das baterias de silício-carbono aos dobráveis da Samsung. A tecnologia permite armazenar mais energia em um espaço menor e, segundo o executivo, pode chegar a outros modelos da fabricante no futuro. Você também vai conferir: Google Maps ganha IA para pedir comida, carros voadores vão ganhar seu próprio controle de tráfego e WhatsApp prepara papéis de parede animados. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de André Magalhães, Bruno de Blasi e Viviane França . A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Natália Improta e a arte da capa é de Erick Teixeira . O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026 ! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui . É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia. See omnystudio.com/listener for privacy information.
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