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Published by David Dias | @DavidUmbanda
Umbanda & Cultura de Terreiro. David Dias é Pai de Santo de Umbanda e Mestre em Ciência da Religião (PUC-SP), doutorando em ciências no PPGHDL/USP, promove um um mergulho aos saberes tradicionais de terreiros. Um conteúdo contendo pensamento, informação, cultura de terreiro e bate-papo. Tudo junto, misturado e descontraído. @DavidUmbanda
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SEITA: Etimologicamente oriunda do latim, o termo traduz, em uma de suas definições superficiais, a ideia de seguidores. Refere-se a um grupo autônomo, de estrutura piramidal, sem crítica interna, fanaticamente proselitista, desinteressado da “questão social”, exaltador do esforço individual e desprovido de qualquer livro que centralize seus dogmas. É importante esclarecer ainda que, se por vezes o termo seita serve para assinalar o caráter minoritário dos seus adeptos, o uso mais corrente visa salientar o caráter segregado da comunidade religiosa. Isso acontece seja em termos éticos (pentecostalismo, espiritismo), seja pelos poderes aparentemente mágicos dos seus líderes (Umbanda, macumba e outros cultos afro-brasileiros, espiritismo), seja pela potência miraculosa dos seus santos (catolicismo devocional), seja, enfim, pelo fanatismo, latente ou manifesto. De tendência mais “mística” que “sectária”, esses grupos tentam constituir uma nova gnose, um ressurgimento do gnosticismo antigo. É o caso da Teosofia, da Antroposofia, da Rosa-Cruz, da Fraternidade Branca Universal, do Movimento do Graal, da Ordem Martinista Tradicional, da Nova Acrópole, da Cientologia, de Atlantis, da Metanoia e do Novo Pensar. Entram aqui também os grupos em torno do espiritismo, das ciências noéticas (ou do pensamento), das ciências cósmicas e de extraterrestres, e de um falso desenvolvimento do potencial humano. Para você que acompanha os episódios aqui do Atina pra Isso, me segue nas redes sociais. Nem preciso dizer como o episódio anterior, com o tema “jovem místico”, se tornou polêmico. Isso é bom! De certa forma, os questionamentos ampliaram as discussões e, a partir das opiniões dos próprios jovens místicos, tivemos a oportunidade de entender melhor suas práticas e, sobretudo, as ideologias por trás dos seus argumentos. Além disso, nesta semana recebemos uma enxurrada de outros movimentos que, para além dos jovens místicos, demonstram sintomas pertinentes ao que por vezes chamaremos de apagamento ou apropriação. Vamos então continuar sobre o tema, entendendo um pouco mais sobre o jovem místico, seus argumentos e suas novas invenções. Atina pra Isso!
Você já ouviu a frase: religião, política e futebol não se discutem. Na mesa de domingo, até faz sentido, mas no terreiro, esse silêncio só serve para a manutenção dos privilégios daqueles que optam por ficar sobre o muro. O silêncio tornou-se conveniência . Ficar quieto nunca impediu o Estado de decidir sobre o chão do terreiro. Neste primeiro episódio da série Terreiro e Política, eu falo com quem se absteve, anulou o voto ou votou em outro candidato no 1º turno. Foram cerca de 39 milhões de brasileiros fora da decisão, numa disputa resolvida por menos de dois pontos. Aqui não tem torcida nem grito, tudo o que eu digo tem data e fonte, e as fontes estão logo abaixo para você conferir. Se você é de terreiro e pensa diferente de mim, o convite é o mesmo: ouça até o fim, use o seu próprio critério e decida. Mas decida. O papo hoje é com você! Atina pra isso! Escute, compartilhe, e continue essa conversa com a gente! 🔊 Apoie o projeto → apoia.se/atinapraisso 📷 Siga o Pai David Dias nas redes sociais → @davidumbanda ⭐ Avalie o podcast com 5 estrelas no Spotify 🐚 Siga o Terreiro Aruanda → @terreiroaruanda 🔗 Indique para mais pessoas! Fontes Disque 100, 2024 (Ministério dos Direitos Humanos): https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-01/intolerancia-religiosa-disque-100-registra-24-mil-casos-em-2024 Abstenção no 1º turno de 2026 (CNN Brasil, 04/10/2026): https://www.cnnbrasil.com.br/eleicoes/abstencao-no-primeiro-turno-atinge-21-maior-percentual-desde-1998/ Declaração de Flávio Bolsonaro sobre “decretar que o Brasil é do Senhor Jesus Cristo” (InfoMoney, 24/08/2026): https://www.infomoney.com.br/politica/decretar-que-o-brasil-e-do-senhor-jesus-cristo-flavio-reforca-voto-evangelico/ STF, RE 494601, julgamento de 28/03/2019 Resultado do 1º turno de 2026 (TSE) Decreto 2.018/1996, com a redação do Decreto 8.262/2014 (Planalto) Lei 17.975/2023, revisão do Plano Diretor de São Paulo (Prefeitura de São Paulo)
Em mais um encontro para celebrar os 16 anos do Terreiro Aruanda, desta vez a conversa reune 3 das mais novas filhas de santo desse congá: Ingrid Lemos, Mariana Maringoli e Nabyrie Francelino Um bate papo que revela intimidades e particularidades sobre as relações dentro dos terreiros pela ótica daquelas que vivem o dia a dia na Umbanda. Vale a pena conferir mais este episódio da Série Terreiro Aruanda 16 anos. Atina pra Isso!
Realmente, desta vez, o tempo correu mais rápido do que o previsto. A série 16 anos do Terreiro Aruanda sai depois de agosto, mês em que sempre celebramos o aniversário aqui em casa. Ainda assim, não vamos deixar de contar as histórias, as vivências e os encontros que tecem o dia a dia dessa família da qual tanto nos orgulhamos em pertencer. Então, mesmo em setembro, lhe convidamos a acompanhar a partir de agora a mini série dedicada aos 16 anos do Terreiro Aruanda. Abrimos com uma conversa riquíssima ao lado de Dayane Pires da Rocha, Rafaela Ferreira e Carla Germano dos Santos. Atina pra isso! 🔊 Apoie o projeto → apoia.se/atinapraisso 📷 Siga o Pai David Dias nas redes sociais → @davidumbanda ⭐ Avalie o podcast com 5 estrelas no Spotify 🐚 Siga o Terreiro Aruanda → @terreiroaruanda 🔗 Indique para mais pessoas!
Finalmente, depois de tantos pedidos, a fumaça está no ar! O assunto deste episódio é a cultura da Jurema. Para essa conversa, recebemos o juremeiro, pesquisador e doutorando em Antropologia Henrique Falcão, que nos ajuda a percorrer caminhos fundamentais para compreender uma das mais antigas tradições religiosas do Brasil. Ao longo do episódio, falamos sobre a Jurema para além dos estereótipos: uma tradição que é, ao mesmo tempo, religião, território, memória, ancestralidade e política. Conversamos sobre os encantados, os mestres e mestras, o Catimbó, os maracás, a fumaça dos cachimbos, os cânticos, os torés e os processos históricos que tentaram apagar os saberes indígenas que permanecem vivos até hoje. Mais do que abordar ritos e fundamentos, este encontro nos convida a repensar o próprio Brasil. Afinal, antes de muitas das religiões que conhecemos hoje, já existiam povos cultivando suas cosmopercepções, seus ritos e suas formas de relação com a terra, com os ancestrais e com os encantados. Assim como a Umbanda, conhecer a Jurema é também conhecer uma parte profunda da história deste país. Aperte o play e venha caminhar conosco pelos caminhos da Jurema.
Quando se busca um descarrego, uma orientação ou mesmo o abraço de uma entidade, o terreiro de Umbanda é o caminho mais recomendado. Mas o que acontece quando a demanda não está no corpo de alguém e sim em uma casa, em uma empresa ou em um ambiente de trabalho? E quando o problema parece exigir mais de uma pessoa, mais de uma entidade e até o deslocamento do próprio terreiro até o local? Seria este um caso digno dos “Caça-Fantasmas”? Ou será que nem tudo aquilo que parece espiritual realmente é? No episódio de hoje, compartilho uma experiência que, embora rotineira, inusitada: mais um dos dias em que fomos chamados para descarregar uma casa abandonada e tudo o que essa experiência revelou para além das aparências. O episódio de hoje está à mais! O Atina pra Isso está no Ar! Escute, compartilhe, e continue essa conversa com a gente! 📢 Apoie o projeto → apoia.se/atinapraisso 📱 Siga o Pai David Dias nas redes sociais → @davidumbanda ⭐ Avalie o podcast com 5 estrelas no Spotify 📥 Siga o Terreiro Aruanda → @terreiroaruanda 🔗 Indique para mais pessoas!
Neste episódio olhamos para um dos orixás mais celebrados das matrizes africanas, Ògún! Para além da perspectiva da guerra, refletimos sobre outras virtudes e infortúnios do que Ògún ensina enquanto lição e legado. O Atina pra Isso está no Ar! Escute, compartilhe, e continue essa conversa com a gente! 📢 Apoie o projeto → apoia.se/atinapraisso 📱 Siga o Pai David Dias nas redes sociais → @davidumbanda ⭐ Avalie o podcast com 5 estrelas no Spotify 📥 Siga o Terreiro Aruanda → @terreiroaruanda 🔗 Indique para mais pessoas!
Encerramos a série sobre desenvolvimento espiritual retomando questões centrais: Desenvolver não é apenas incorporar. É formar vínculo, responsabilidade e pertencimento dentro da comunidade. Neste episódio, falamos sobre quem não incorpora, o papel do cambone, letramento racial, práticas individuais e o que, de fato, está em jogo no desenvolvimento. Mais do que um fechamento, este episódio abre caminhos para continuar essa conversa ao longo da temporada. Atina pra isso! Escute, compartilhe, e continue essa conversa com a gente! 📢 Apoie o projeto → apoia.se/atinapraisso 📱 Siga o Pai David Dias nas redes sociais → @davidumbanda ⭐ Avalie o podcast com 5 estrelas no Spotify 📥 Siga o Terreiro Aruanda → @terreiroaruanda 🔗 Indique para mais pessoas!
Neste terceiro episódio da série sobre desenvolvimento espiritual, a conversa avança para um ponto central: a formação da identidade dentro do terreiro. Se no primeiro capítulo discutimos o que se entende por desenvolvimento, e no segundo respondemos às perguntas da comunidade, aqui aprofundamos questões que dizem respeito a construção de uma vida de terreiro. A partir das perguntas enviadas, abordo temas como: • O desenvolvimento de quem assume a liderança de uma casa; • Práticas individuais fora do terreiro; • A possibilidade ou não de desenvolvimento sem terreiro; • A nomenclatura “pai de santo” e suas implicações; • Presença, rotina e o que é inegociável no processo de desenvolvimento; • O encontro entre diferentes tradições de terreiro e os conflitos que podem surgir; • Responsabilidade afetiva nas relações dentro da comunidade • O lugar do abiyan e o processo de se tornar filho ou filha de santo; • A problematização do termo médium e a ideia de mediunidade de terreiro; Este episódio propõe uma virada de chave: desenvolvimento não é uma etapa, não é um curso, não é um acúmulo de técnicas. É um processo contínuo de formação de vínculo, de aprendizado coletivo e de construção de identidade. Mais do que desenvolver algo, trata-se de se tornar parte de uma comunidade. Atina pra isso! Escute, compartilhe, e continue essa conversa com a gente! 📢 Apoie o projeto → apoia.se/atinapraisso 📱 Siga o Pai David Dias nas redes sociais → @davidumbanda ⭐ Avalie o podcast com 5 estrelas no Spotify 📥 Siga o Terreiro Aruanda → @terreiroaruanda 🔗 Indique para mais pessoas!
No episódio anterior iniciamos uma trilogia sobre desenvolvimento espiritual nos terreiros de Umbanda. A proposta deste segundo capítulo era seguir aprofundando alguns pontos teóricos sobre o tema. Mas durante a semana chegaram muitas perguntas dos seguidores e ouvintes do podcast e, feito encruzilhada, o episódio acabou seguindo para outro caminho. Neste programa respondo algumas dessas mensagens, abordando temas importantes para quem está começando ou já caminha há algum tempo dentro da Umbanda: “Crianças e adolescentes no terreiro”, “Como reconhecer a presença dos ancestrais”, “Relação entre assentamento e desenvolvimento”, “O uso das vestimentas brancas nas giras”, “O retorno de quem se afastou da religião”, “Política e posicionamento dentro dos terreiros”, dentre tantos outros assuntos que renderam um programa inteiro. Mais do que um episódio expositivo, este capítulo se tornou uma grande conversa com a comunidade que acompanha o Atina pra Isso. E talvez isso diga muito sobre o próprio desenvolvimento espiritual: ele não acontece sozinho. Ele acontece em relação. Ouça este episódio e saiba: Semana que vem seguimos com a série. Atina pra isso! Escute, compartilhe, e continue essa conversa com a gente! 📢 Apoie o projeto → apoia.se/atinapraisso 📱 Siga o Pai David Dias nas redes sociais → @davidumbanda ⭐ Avalie o podcast com 5 estrelas no Spotify 📥 Siga o Terreiro Aruanda → @terreiroaruanda 🔗 Indique para mais pessoas!
Você já sentiu vontade de conhecer um terreiro, mas ficou com aquelas dúvidas: que roupa usar, pode levar criança, é pago, como funciona? A primeira visita é um mergulho no novo, e muita gente se apaixona pelo tambor, pelo cheiro, pela magia da macumba. Mas e quando essa paixão vira vontade de ficar? De fazer parte ? Neste episódio de retorno do Atina pra Isso , abrimos os trabalhos de 2026 com uma pergunta que pouca gente faz: Afinal, o que é Desenvolvimento Espiritual? Será que é só uma "escola de incorporação"? Um curso para aprender a virar cavalo de santo? Ou será que o termo "desenvolvimento mediúnico" já não dá conta da profundidade do que é crescer dentro de uma comunidade de terreiro? 💡 O que você vai ouvir aqui: A diferença entre conhecer uma gira e integrar uma casa; Como funciona a porta de entrada na Umbanda (e as diferenças para o Candomblé); A visão crítica sobre a "produção em massa" de médiuns e a lógica capitalista dentro do sagrado; Desenvolvimento é técnica ou é relacionamento? É encontro ou é prática diária? E a principal provocação: quem é o ser em desenvolvimento? Este é o primeiro de uma trilogia especial. Um convite à reflexão para todas as casas e corações que batem forte pelo axé. Atina pra isso! Escute, compartilhe, e continue essa conversa com a gente! 📢 Apoie o projeto → apoia.se/atinapraisso 📱 Siga o Pai David Dias nas redes sociais → @davidumbanda ⭐ Avalie o podcast com 5 estrelas no Spotify 📥 Siga o Terreiro Aruanda → @terreiroaruanda 🔗 Indique para mais pessoas!
Para o ano de 2026, eu desejo que o tempo também seja cultuado nos mais subjetivos detalhes. Antes de tratá-lo como divindade, que ele possa ser encontrado, feito rotas de fuga do nosso cotidiano frenético, nos momentos mais inusitados possíveis. Que haja tempo para viver, nem que seja pra dizer que não temos tempo para vida. Respire… faça as pazes com o tempo. Saravá Escute, compartilhe, e continue essa conversa com a gente! 📢 Apoie o projeto → apoia.se/atinapraisso 📱 Siga o Pai David Dias nas redes sociais → @davidumbanda ⭐ Avalie o podcast com 5 estrelas no Spotify 📥 Siga o Terreiro Aruanda → @terreiroaruanda 🔗 Indique para mais pessoas!
Breves reflexões sobre o tempo nas comunidades de Umbanda, mais precisamente, pela ótica do terreiro Aruanda. Atina pra Isso! Saravá Ah! Uma dica… não acelere a velocidade. Curta o episódio no tempo normal de uma vida de descanso. Escute, compartilhe, e continue essa conversa com a gente! 📢 Apoie o projeto → apoia.se/atinapraisso 📱 Siga o Pai David Dias nas redes sociais → @davidumbanda ⭐ Avalie o podcast com 5 estrelas no Spotify 📥 Siga o Terreiro Aruanda → @terreiroaruanda 🔗 Indique para mais pessoas!
É tempo de pausa, descanso, enfim… férias merecidas. Será? Nessa série de 3 episódios de férias, trago alguns minutos de reflexão sobre a correria que tivemos neste ano e o preparo para a correria do ano que vem. Sente o clima deste episódio e Atina pra Isso! Saravá! Escute, compartilhe, e continue essa conversa com a gente! 📢 Apoie o projeto → apoia.se/atinapraisso 📱 Siga o Pai David Dias nas redes sociais → @davidumbanda ⭐ Avalie o podcast com 5 estrelas no Spotify 📥 Siga o Terreiro Aruanda → @terreiroaruanda 🔗 Indique para mais pessoas!
As culturas de matrizes africanas no Brasil são sustentadas por mulheres. Mulheres que fizeram do terreiro um lugar de continuidade, memória e reconstrução da vida. Mulheres que transformaram a dor em chão firme, a solidão em comunidade e a fé em prática cotidiana de cuidado. Neste episódio, contamos com a participação de duas lideranças que, jovens e no início de suas trajetórias, carregam um legado de coragem, com muita responsabilidade e afeto. Edivânia Barros, filha de Oyá, e Talita Lucena, filha de Omulú, falam sobre guiança, inseguranças, mudanças nos terreiros, desafios da liderança negra feminina e o cotidiano real de manter uma casa viva. Entre memórias, risos, atravessamentos e silêncios necessários, o terreiro aparece não como um espaço idealizado, mas como território de reencontro, de conflito, de aprendizado e de permanência, onde ninguém se constrói sozinho. O papo hoje é com elas! Atina pra isso! Escute, compartilhe, e continue essa conversa com a gente! 📢 Apoie o projeto → apoia.se/atinapraisso 📱 Siga o Pai David Dias nas redes sociais → @davidumbanda ⭐ Avalie o podcast com 5 estrelas no Spotify 📥 Siga o Terreiro Aruanda → @terreiroaruanda 🔗 Indique para mais pessoas!
Este episódio nasce da pergunta que atravessa muita gente de terreiro: como reconhecer quem caminha comigo? Como descobrir o nome do meu guia? Quais são suas histórias ? possível que haja atalhos, há fórmulas, ritos especficos? Há relação, escuta, prática, tempo e sinais que só aparecem quando a gente desacelera a ansiedade e aprende a olhar para dentro. Aqui compartilho meu próprio percurso, discuto o papel do desenvolvimento, a importância do vínculo e o que realmente significa conhecer uma entidade. Atina pra isso! Escute, compartilhe, e atine para mais este papo! 📢 Apoie o projeto → apoia.se/atinapraisso 📱 Siga o Pai David Dias nas redes sociais → @davidumbanda ⭐ Avalie o podcast com 5 estrelas no Spotify 📥 Siga o Terreiro Aruanda → @terreiroaruanda 🔗 Indique para mais pessoas!
O ano é 2025 e, pasme, ainda há quem confunda Umbanda com Espiritismo. Neste episódio, abrimos a encruzilhada com profundidade para entender como duas práticas tão distintas ainda são tratadas como se fossem a mesma coisa. Ao longo da conversa, voltamos ao século XIX para revisitar as origens francesas do espiritismo, suas bases positivistas e suas marcas coloniais. De ponto a ponto, seguimos revelando as diferenças estruturais entre uma doutrina centrada em fenômenos mediúnicos e uma cultura afro-brasileira forjada no chão da diáspora bantu, que celebra corpo, ancestralidade e comunidade. Umbanda não tem fundador, não tem data de criação. Não é religião no sentido europeu do termo: é cultura, memória, arte de cura e modo de existir. Enquanto o espiritismo busca o espírito e a explicação racional dos fenômenos, a Umbanda celebra a relação entre mortos e vivos, o coletivo, o toque do tambor, a dança, o corpo em movimento e a sabedoria dos Pretos Velhos, Caboclos, Exús… . Este episódio é um convite à escuta atenta e à reflexão crítica sobre as raízes que sustentam nossos terreiros e os caminhos que não podemos mais aceitar que sejam apagados. Enfim… Muita treta! Atina pra Isso! Apoie o projeto → apoia.se/atinapraisso Siga o Pai David Dias nas redes sociais → @davidumbanda Avalie o podcast com 5 estrelas no Spotify
As culturas de terreiro são, por excelência, matriarcais. São nossas mais velhas que ensinam o legado de coragem e luta que hoje sustenta nossas comunidades. Liderar um terreiro não é sobre feitiço nem sobre poder; é sobre compromisso. Compromisso de transformar um grupo em família e um caminho em axé. Neste episódio, recebemos Mãe Elis Borges (Terreiro da Baiana Severina) e Mãe Silvana Cotrim (Terreiro Quilombo Vó Cotinha e Pai Gusmão). Elas compartilham suas trajetórias, os desafios da liderança feminina e negra, e as potências da Umbanda vivida no chão da comunidade. Um episódio para celebrar as Pretas Velhas, a beleza de se viver em uma comunidade de Umbanda e a ancestralidade das mulheres de axé. Saravá!
Tradição e ancestralidade são palavras centrais para os povos de terreiro, mas carregam sentidos múltiplos. Quando pensamos no chamado culto tradicional de orixás, essas noções se ampliam, revelando caminhos de continuidade, reinvenção e também de disputa. Neste episódio, converso com Renata Barcelos, iniciada em solo africano, sacerdotisa e pesquisadora. Falamos sobre práticas, diferenças em relação ao Candomblé, iniciações na África, o papel dos orixás na vida comunitária e os desafios que circulam a ideia de “retorno às origens”. 📌 Perguntas que atravessam a conversa: O culto tradicional é Culto tradicional? Quais as diferenças entre culto tradicional e Ifá?\ Como se iniciar na Nigéria? Existe apenas uma forma de culto tradicional? Como se diferenciam iniciações, transe e oráculos? Enfim, um papo repleto de ensinamentos culturais sobre o culto aos orixás! Atina pra Isso!
Quando a gente chega em um terreiro e o coração dispara, é como voltar para casa. Mas entre o encanto do primeiro contato e a decisão de se tornar parte da família existe um caminho cheio de coragem, aprendizados e entrega. Neste episódio demos muitas risadas, choramos bastante, compartilhamos nossas dificuldades e celebramos viver em uma família que nos devolve, dia após dia, o interesse pela vida e a força de resistir em um território de cultura negra de nome Umbanda. Neste episódio, tive a oportunidade de compartilhar um pouco sobre as histórias do Terreiro Aruanda com 3 dos meus mais novos filhos: Atina pra isso contando um pouquinho sobre os mais novos filhos de santo do Terreiro Aruanda: Cláudia Almeida, Rodnei Rodrigues e Eurípedes Almeida (Pipo). Apoie esta causa → apoia.se/atinapraisso @davidumbanda ⭐ Avalie o podcast com 5 estrelas no Spotify 📥 Siga o Terreiro Aruanda → @terreiroaruanda 🔗 Indique para mais pessoas! Atina pra isso!
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Observed November 4, 2026.
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