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Published by Rádio Escafandro
Em cada episódio, uma investigação jornalística. Com uma hora de duração, os episódios são um mosaico de entrevistas inéditas, gravações em campo e áudios de arquivo, costurados pela narração do jornalista Tomás Chiaverini. Os temas são os mais variados e a abordagem é sempre profunda, irreverente e inusitada.
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Quem matou a política? é uma série documental em áudio que investiga por que a política parece não dar conta de responder a problemas e anseios contemporâneos. A cada episódio, um novo suspeito é colocado sob lupa: a corrupção, o crime organizado, a religião e outros elementos que podem estar contribuindo para enfraquecer ferramentas e estratégias políticas e, por consequência, ferindo a política de morte. Quem matou a política? é uma audiossérie Original Audible. A temporada completa já está disponível na Audible. Acesse agora o site Audible.com.br , faça sua conta e teste grátis por 30 dias ou 3 meses, se você for membro Amazon Prime.’ Os episódios de Quem Matou a Política vão ser veiculados no feed do Escafandro sempre às segundas-feiras. Os episódios de Escafandro continuam saindo normalmente, a cada 15 dias. Sempre às terças pra financiadores e às quartas para o público geral. Ficha técnica Quem matou a política? é um Original Audible. Produzido por Rádio Escafandro, Rádio Guarda-Chuva e Audible. Roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini Direção e coordenação: Gabriela Mayer e Tomás Chiaverini Produção-executiva: Gabriela Mayer Reportagem: Allan de Abreu, Andrea Dip, Anna Virginia Balloussier, Flávio VM Costa, Jorge Cavalcanti, Juliana Dal Piva, Natália Silva e Pedro Pannunzio Produção: Alrik Schubotz, Ana Schuchter, Davi Carlos Acácio, Elenilce Bottari e Natália André Checagem: Bruna Barone Edição de roteiros: Gabriela Mayer Consultoria de conteúdo: Guilherme Casarões Dublagem: Matheus Marcolino, Raphany Viegas Leal e Silva e Renan Sukevicius Desenho de som: Tomás Chiaverini Edição de som: Matheus Marcolino Pós-produção e a mixagem: Vitor Coroa Música original e Trilha Sonora: Gabriel Falcão Trilha sonora tema: Paulo Gama Identidade Visual: Elisa Pessôa Assessoria Jurídica: Flavia Penido Estúdio de Gravação: Rádio Escafandro No time de Conteúdo Original Audible Brasil, Direção de conteúdo original Brasil: Léo Neumann Líder do projeto: Alyson Borges Gerentes de produção: Fernando Schaer e Juliana Denden Arcanjo Líder de conteúdo LATAM: Paulo Lemgruber Diretora-geral Brasil: Adriana Alcântara Líder Global de conteúdo: Rachel Ghiazza Copyright 2026 por AMAZON SERVIÇOS DE VAREJO DOBRASIL LTDA Copyright da gravação de som 2026 por Audible Inc.
Como o monitoramento de quase metade dos brasileiros por câmeras de vigilância tem impactado os índices de criminalidade? Por que tanta gente apoia sistemas como o Smart Sampa, mas pouca gente se sente mais segura? Quais os impactos de ter o rosto confundido com o rosto de um assassino? Ouça essas e outras respostas no episódio 168 de Escafandro. Episódios relacionados 30: Polícia para quem? 36: Duas vezes cadeia 112: Sorria, você está sendo executado Mergulhe mais fundo Cidade vigiada, sociedade vigilante Smart Sampa vigia, mas não protege Entrevistados do episódio Alcides Peron Doutor em política científica e tecnológica. Professor da Faculdade de Ciências Aplicadas da Universidade Estadual de Campinas (FAC-Unicamp), pesquisador do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (NEV-USP) e do Laboratório de Estudos do Setor Público (LESP). Pablo Nunes Pesquisador em segurança pública, tecnologia e dados abertos. Doutor em ciência Ppolítica pelo IESP/UERJ. Diretor do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC), criador do Panóptico e coordenador da Rede de Observatórios da Segurança. Vinicius Lopacinski Mestre em arquitetura pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP). Ficha técnica Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Mixagem de som: Vitor Coroa. Produção e edição de áudio: Matheus Marcolino. Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.
Quem matou a política? é uma série documental em áudio que investiga por que a política parece não dar conta de responder a problemas e anseios contemporâneos. A cada episódio, um novo suspeito é colocado sob lupa: a corrupção, o crime organizado, a religião e outros elementos que podem estar contribuindo para enfraquecer ferramentas e estratégias políticas e, por consequência, ferindo a política de morte. Quem matou a política? é uma audiossérie Original Audible. A temporada completa já está disponível na Audible. Acesse agora o site Audible.com.br , faça sua conta e teste grátis por 30 dias ou 3 meses, se você for membro Amazon Prime.’ Os episódios de Quem Matou a Política vão ser veiculados no feed do Escafandro sempre às segundas-feiras. Os episódios de Escafandro continuam saindo normalmente, a cada 15 dias. Sempre às terças pra financiadores e às quartas para o público geral. Ficha técnica Quem matou a política? é um Original Audible. Produzido por Rádio Escafandro, Rádio Guarda-Chuva e Audible. Roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini Direção e coordenação: Gabriela Mayer e Tomás Chiaverini Produção-executiva: Gabriela Mayer Reportagem: Allan de Abreu, Andrea Dip, Anna Virginia Balloussier, Flávio VM Costa, Jorge Cavalcanti, Juliana Dal Piva, Natália Silva e Pedro Pannunzio Produção: Alrik Schubotz, Ana Schuchter, Davi Carlos Acácio, Elenilce Bottari e Natália André Checagem: Bruna Barone Edição de roteiros: Gabriela Mayer Consultoria de conteúdo: Guilherme Casarões Dublagem: Matheus Marcolino, Raphany Viegas Leal e Silva e Renan Sukevicius Desenho de som: Tomás Chiaverini Edição de som: Matheus Marcolino Pós-produção e a mixagem: Vitor Coroa Música original e Trilha Sonora: Gabriel Falcão Trilha sonora tema: Paulo Gama Identidade Visual: Elisa Pessôa Assessoria Jurídica: Flavia Penido Estúdio de Gravação: Rádio Escafandro No time de Conteúdo Original Audible Brasil, Direção de conteúdo original Brasil: Léo Neumann Líder do projeto: Alyson Borges Gerentes de produção: Fernando Schaer e Juliana Denden Arcanjo Líder de conteúdo LATAM: Paulo Lemgruber Diretora-geral Brasil: Adriana Alcântara Líder Global de conteúdo: Rachel Ghiazza Copyright 2026 por AMAZON SERVIÇOS DE VAREJO DOBRASIL LTDA Copyright da gravação de som 2026 por Audible Inc.
Quem matou a política? é uma série documental em áudio que investiga por que a política parece não dar conta de responder a problemas e anseios contemporâneos. A cada episódio, um novo suspeito é colocado sob lupa: a corrupção, o crime organizado, a religião e outros elementos que podem estar contribuindo para enfraquecer ferramentas e estratégias políticas e, por consequência, ferindo a política de morte. Quem matou a política? é uma audiossérie Original Audible. A temporada completa já está disponível na Audible. Acesse agora o site Audible.com.br , faça sua conta e teste grátis por 30 dias ou 3 meses, se você for membro Amazon Prime.’ Os episódios de Quem Matou a Política vão ser veiculados no feed do Escafandro sempre às segundas-feiras. Os episódios de Escafandro continuam saindo normalmente, a cada 15 dias. Sempre às terças pra financiadores e às quartas para o público geral. Ficha técnica Quem matou a política? é um Original Audible. Produzido por Rádio Escafandro, Rádio Guarda-Chuva e Audible. Roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini Direção e coordenação: Gabriela Mayer e Tomás Chiaverini Produção-executiva: Gabriela Mayer Reportagem: Allan de Abreu, Andrea Dip, Anna Virginia Balloussier, Flávio VM Costa, Jorge Cavalcanti, Juliana Dal Piva, Natália Silva e Pedro Pannunzio Produção: Alrik Schubotz, Ana Schuchter, Davi Carlos Acácio, Elenilce Bottari e Natália André Checagem: Bruna Barone Edição de roteiros: Gabriela Mayer Consultoria de conteúdo: Guilherme Casarões Dublagem: Matheus Marcolino, Raphany Viegas Leal e Silva e Renan Sukevicius Desenho de som: Tomás Chiaverini Edição de som: Matheus Marcolino Pós-produção e a mixagem: Vitor Coroa Música original e Trilha Sonora: Gabriel Falcão Trilha sonora tema: Paulo Gama Identidade Visual: Elisa Pessôa Assessoria Jurídica: Flavia Penido Estúdio de Gravação: Rádio Escafandro No time de Conteúdo Original Audible Brasil, Direção de conteúdo original Brasil: Léo Neumann Líder do projeto: Alyson Borges Gerentes de produção: Fernando Schaer e Juliana Denden Arcanjo Líder de conteúdo LATAM: Paulo Lemgruber Diretora-geral Brasil: Adriana Alcântara Líder Global de conteúdo: Rachel Ghiazza Copyright 2026 por AMAZON SERVIÇOS DE VAREJO DOBRASIL LTDA Copyright da gravação de som 2026 por Audible Inc.
Como três traços de personalidade sombrios - narcisismo, maquiavelismo e psicopatia - ajudaram a moldar as nossas civilizações. Por que esses traços são tão comum em líderes, inclusive em líderes políticos. E até que ponto é possível haver política sem o protagonismo de pessoas com traços de tríade sombria? Ouça as repostas para essas e outras perguntas o episódio 167 de Escafandro: A tríade sombria. Mergulhe mais fundo O despertar de tudo: Uma nova história da humanidade (link para compra) Past Present Future: entrevista com Luke Kemp (link para o episódio) Episódios relacionados 29: E se a gente fosse índio? 46: Bolsonaro sorri na terra da maldade 69: Grana acima de tudo Entrevistados do episódio Ana Paula Noronha Professora de psicologia do programa de pós-graduação na Universidade São Francisco. Doutora em psicologia ciência e profissão pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Especialista em avaliação psicológica pelo Conselho Federal de Psicologia (2020). Tem experiência na área de Psicologia, com ênfase em fundamentos e medidas da Psicologia. Carlos Fausto Professor do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Doutor em antropologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1997), com pós-doutorado no Laboratoire d'Anthropologie Sociale (Collège de France/CNRS) . Realiza pesquisas com povos indígenas na Amazônia desde 1988, focalizando temas como parentesco, história, guerra, ritual, xamanismo, arte e memória. Paulo Henrique Cassimiro Doutor em Ciência Política pelo Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (- IESP/UERJ). Professor do Departamento de Ciência Política e dos programas de pós-graduação em Ciências Sociais (PPCIS) e em Ciência Política (PPGCP-IESP) da UERJ. Ficha técnica Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Mixagem de som: Vitor Coroa. Produção e edição de áudio: Matheus Marcolino. Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.
Quem matou a política? é uma série documental em áudio que investiga por que a política parece não dar conta de responder a problemas e anseios contemporâneos. A cada episódio, um novo suspeito é colocado sob lupa: a corrupção, o crime organizado, a religião e outros elementos que podem estar contribuindo para enfraquecer ferramentas e estratégias políticas e, por consequência, ferindo a política de morte. Quem matou a política? é uma audiossérie Original Audible. A temporada completa já está disponível na Audible. Acesse agora o site Audible.com.br , faça sua conta e teste grátis por 30 dias ou 3 meses, se você for membro Amazon Prime.’ Os episódios de Quem Matou a Política vão ser veiculados no feed do Escafandro sempre às segundas-feiras. Os episódios de Escafandro continuam saindo normalmente, a cada 15 dias. Sempre às terças pra financiadores e às quartas para o público geral. Ficha técnica Quem matou a política? é um Original Audible. Produzido por Rádio Escafandro, Rádio Guarda-Chuva e Audible. Roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini Direção e coordenação: Gabriela Mayer e Tomás Chiaverini Produção-executiva: Gabriela Mayer Reportagem: Allan de Abreu, Andrea Dip, Anna Virginia Balloussier, Flávio VM Costa, Jorge Cavalcanti, Juliana Dal Piva, Natália Silva e Pedro Pannunzio Produção: Alrik Schubotz, Ana Schuchter, Davi Carlos Acácio, Elenilce Bottari e Natália André Checagem: Bruna Barone Edição de roteiros: Gabriela Mayer Consultoria de conteúdo: Guilherme Casarões Dublagem: Matheus Marcolino, Raphany Viegas Leal e Silva e Renan Sukevicius Desenho de som: Tomás Chiaverini Edição de som: Matheus Marcolino Pós-produção e a mixagem: Vitor Coroa Música original e Trilha Sonora: Gabriel Falcão Trilha sonora tema: Paulo Gama Identidade Visual: Elisa Pessôa Assessoria Jurídica: Flavia Penido Estúdio de Gravação: Rádio Escafandro No time de Conteúdo Original Audible Brasil, Direção de conteúdo original Brasil: Léo Neumann Líder do projeto: Alyson Borges Gerentes de produção: Fernando Schaer e Juliana Denden Arcanjo Líder de conteúdo LATAM: Paulo Lemgruber Diretora-geral Brasil: Adriana Alcântara Líder Global de conteúdo: Rachel Ghiazza Copyright 2026 por AMAZON SERVIÇOS DE VAREJO DOBRASIL LTDA Copyright da gravação de som 2026 por Audible Inc.
Como é a rotina das mulheres de presidiários no Brasil? Quais os impactos do deslocamento de presídios para o interior? Como as "cunhadas" lidam com as regras escritas e não escritas que regem a forma de vestir, as visitas íntimas e o envio de alimentos? Por que muitas dessas mulheres são obrigadas a mudar radicalmente de vida para se adequarem à pena dos companheiros? Ouça a resposta para essas e outras perguntas no episódio 166 de Escafandro. Mergulhe mais fundo Nos arredores da prisão: tensões, relações e movimentos de familiares de pessoas presas (link para compra) Manicômios, prisões e conventos (link para compra) Episódios relacionados 36: Duas vezes cadeia 112: Sorria, você está sendo executado 160: Inconstitucionalissimamente Entrevistada do episódio Natália Lago Antropóloga e professora do Departamento de Ciências Sociais na Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Autora de "Nos arredores da prisão" (Hucitec Editora, 2026). Ficha técnica Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Mixagem de som: Vitor Coroa. Produção, reportagem e edição de áudio: Matheus Marcolino. Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.
Como a ideia de perfeição evoluiu até os dias de hoje? Por que pesquisadores acreditam que vivemos uma epidemia de perfeccionismo? Como as redes sociais entram nessa equação? E quais as relações entre perfeccionismo e transtornos mentais como ansiedade e depressão? Mergulhe mais fundo A armadilha da perfeição: O poder de ser bom o suficiente em um mundo que sempre quer mais (link para compra) Ninguém é perfeito (link para compra) Episódios relacionados 99: A entropia das horas 110: Você é livre para ser livre? 114: Por que você continua nas redes? Entrevistados do episódio Marcela Mansur Alves Psicóloga, professora e pesquisadora no Departamento de Psicologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Também é coordenadora do Laboratório de Avaliação e Intervenção na Saúde (Lavis-UFMG). Luis Mauro Sá Martino Jornalista, escritor, cientista social, professor da Faculdade Cásper Líbero, Fapcom e Fecap, e autor dos livros "Sem tempo para nada" (Editora Vozes, 2022) e "Ninguém é perfeito" (Editora BestSeller, 2025). Ficha técnica Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Mixagem de som: Vitor Coroa. Locução adicional: Priscila Pastre. Edição de áudio: Matheus Marcolino. Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.
Até que ponto os evangélicos vivem separados do restante do mundo? Como essa separação afeta o posicionamento político dessas pessoas? Por que as lideranças pentecostais estão cada vez mais próximas do espectro politico de direita? Como essa guinada conservadora se reflete nos fieis? E como os frequentadores dessas igrejas que não se identificam com este caminho ideológico enfrentam esse movimento? Ouça a resposta para essas e outras perguntas no nosso episódio 164: A redoma de Cristo. Mergulhe mais fundo Discípulos: a investida evangélica no esporte (link para o podcast) Episódios relacionados 143: Sob a sombra de Israel 154: Hoje é dia de gospel, bebê Entrevistada do episódio Carô Evangelista Cientista social, mestra em Gestão e Políticas Públicas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP) e pesquisadora do Instituto de Estudos da Religião (ISER). Ficha técnica Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Mixagem de som: Vitor Coroa. Produção, reportagem e edição de áudio: Matheus Marcolino. Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.
Por que a gente se sente cada vez mais distante da seleção brasileira? Que peso as derrotas históricas têm nesse fenômeno? Por que nossos jogadores vão atuar fora do país cada vez mais cedo? Por que o Brasil não consegue organizar uma liga a exemplo do que fez a Europa? Que peso tudo isso tem na autoimagem dos brasileiros e no desmantelamento político deste começo de século? Mergulhe mais fundo Saudades do que nunca fomos: os brasileiros e o futebol (link para compra) Episódios relacionados 113: Corro, logo existo 119: A Olimpíada sintética Entrevistados do episódio Juca Kfouri Escritor e jornalista. Em 50 anos de carreira, cobriu 14 edições da Copa do Mundo e foi diretor de redação de revistas como Placar e Playboy. Fabio Luis Barbosa dos Santos Historiador, escritor e professor do curso de Relações Internacionais da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Ele é autor de “Saudades do que nunca fomos: brasileiros e o futebol", Editora Elefante (2026). Ficha técnica Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Mixagem de som: Vitor Coroa. Reportagem e edição de áudio: Matheus Marcolino. Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.
O presidente e cofundador do Intercept Brasil relembra a história deste que se tornou um dos principais veículos da imprensa independente. Desde os documentos da NSA vazados por Edward Snownden até o furo de reportagem que dinamitou a campanha presidencial de Flávio Bolsonaro.
Como foi o trabalho do Intercept Brasil a partir do vazamento de mensagens que mostraram uma proximidade inédita entre o candidato à presidência Flávio Bolsonaro e o dono do banco Master Daniel Vorcaro? Quais os desafios para conferir a veracidade do material enviado por fonte anônima? Como uma papinha quase impediu que a fatídica pergunta sobre o financiamento do filme Dark Horse fosse feita? Episódio relacionados 86: a Vaza Jato e o mea culpa da imprensa 134: Los golpistas fujones 141: Tchau, Rio 147: Um data center incomoda muita gente Entrevistados do episódio Paulo Motoryn Jornalista formado na PUC-SP, é repórter de política do Intercept Brasil e roteirista de não-ficção em Brasília. Trabalhou nas redações do site Poder360, do jornal Lance! e da revista Brasileiros. Leandro Becker Jornalista, editor no Intercept, tem 20 anos de experiência em reportagem, edição e gestão de equipes e projetos multimídia em jornal, rádio, TV e jornalismo digital, com passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, NSC TV, Globo Rural, Agência Lupa, Exame, UOL e O Estado de S. Paulo. Cecília Oliveira Cecília Olliveira é autora de Como Nasce um Miliciano e jornalista investigativa dedicada a cobertura do tráfico de drogas e de armas e a violência. É cofundadora do Intercept Brasil, diretora fundadora do Instituto Fogo Cruzado e membro da The Global Initiative Against Transnational Organized Crime. Laís Martins Jornalista e repórter do Intercept Brasil, formada pela PUC-SP e mestra em Comunicação Política pela Universidade de Amsterdam. Foi fellow do Pulitzer Center, com um projeto sobre como a política armamentista do governo Bolsonaro impactou mulheres brasileiras, e do Rest of World, investigando a intersecção entre trabalho e tecnologia na América Latina. Thalys Alcântara Repórter do Intercept em Brasília, trabalhou em O Popular e Metrópoles, foi vencedor do Prêmio de Jornalismo Investigativo da União Europeia e do Prêmio Dom Tomás Balduino de Direitos Humanos. Ficha técnica Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Mixagem de som: Vitor Coroa. Edição de áudio: Matheus Marcolino. Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.
Como uma fiscal do trabalho entediada se tornou uma das principais responsáveis pela proibição do amianto no Brasil? Como uma lei do estado de Goiás permite que a Sama (uma empresa do grupo Eternit) continue minerando este produto cancerígeno anos depois do banimento nacional? Saiba mais sobre os microfones Shure Movemic Two. Entrevistados do episódio Fernanda Giannasi Engenheira civil, fiscal do trabalho aposentada, pioneira do movimento que baniu o amianto no Brasil. Ubiratan de Paula Santos Médico assistente da Divisão de Pneumologia do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Erica Barbosa Coutinho Freire Souza Advogada, sócia do escritório Mauro Menezes &Advogados. Ficha técnica Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Mixagem de som: Vitor Coroa. Edição de áudio: Matheus Marcolino. Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.
Por que estamos caminhando para um judiciário cada vez mais punitivista? Por que o embate entre o Código de Processo Penal - um texto de inspiração fascista - e a Constituição Federal simbolizam essa tendência autoritária? O que a Operação Lava-Jato tem a ver com tudo isso? Episódios relacionados 36: Duas vezes cadeia 86: A Vaza-Jato e o mea culpa da imprensa 110: Você é livre para ser livre? Entrevistada do episódio Maíra Cardoso Zapater É coordenadora e professora de direito da Escola Paulista de Política, Economia e Negócios da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), doutora em direitos humanos, especialista em direito penal e processual penal. É formada também em Ciência Sociais. Ficha técnica Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Mixagem de som: Vitor Coroa. Edição de áudio: Matheus Marcolino. Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.
Como a guinada dos tech-bros à direita tem impactado o ambiente corporativo das empresas de tecnologia? Como isso afeta as pessoas que trabalham ali? Quais os efeitos dessas mudanças na forma dessas corporações se colocarem no mundo? Mergulhe mais fundo Careless People Episódios relacionados 90: Era uma vez um Google bonzinho 132 : Bilionazis Entrevistados do episódio Esther Sá Publicitária e bióloga. Daniela da Silva Jornalista e estrategista de comunicação, tecnologia e política. Ex-diretora de políticas públicas do WhastAspp e cofundadora e diretora executiva da Ctrl+z. Tatiana Dias Jornalista investigativa focada em tecnologia, política e direitos humanos, foi editora executiva do Intercept Brasil. É cofundadora e diretora de programas da Ctrl+z. Ficha técnica Ficha técnica Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Mixagem de som: Vitor Coroa. Edição de áudio: Matheus Marcolino. Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.
No dia 7 de abril de 2026, o presidente norte-americano Donald Trump deu um ultimato ao Irã que soou como a confissão antecipada de um crime de guerra. “Uma civilização inteira morrerá esta noite, para nunca mais ser ressuscitada”, foi a frase de Trump. O alardeado crime de guerra não aconteceu. Trump voltou atrás num cessar-fogo supostamente acordado com o Irã. Mas, existem vários outros crimes ao qual o republicado deveria responder. Ele bombardeou barcos civis na Venezuela, torpedeou uma fragata iraniana matando mais de cem homens e abandonou os sobreviventes à própria sorte. Além disso, tanto na Venezuela quanto no Irã, agiu sem o aval da ONU ou do Congresso americano, o que é ilegal. Mas quem diz o que é legal ou ilegal em termos de guerra? O episódio 158 de Escafandro mergulha nas leis sobre conflitos armados. De onde vem a legislação que regulamenta o que pode ou não ser feito em campo de batalha? Como surgiram as várias convenções de Genebra? Como as campanhas bélicas de Donald Trump se enquadram nesse arcabouço legal? Mergulhe mais fundo As regras da Guerra (link para compra) Lembrança de Solferino Episódios relacionados 52: A guerra de Mohsen 70: Os generais e o cerco a Brasília 157: Vinte dentes naturais Entrevistado do episódio João Paulo Charleaux Jornalista e escritor, foi correspondente do Nexo em Paris, comenta temas ligados a conflitos internacionais na CNN além de colaborar para veículos como O Globo, Folha de S.Paulo, Carta Capital, piauí e UOL. É autor do recém-lançado "As regras da Guerra" (Zahar).
Em agosto de 1942, no auge da Segunda Guerra Mundial, submarinos nazistas afundaram navios na costa brasileira. O Brasil, que ainda mantinha relações com os dois lados do conflito, se viu obrigado a entrar numa guerra para a qual não tinha qualquer preparação. Foi formada então a Força Expedicionária Brasileira (FEB), que viajou até a Itália para auxiliar as forças aliadas contra o Eixo. Quase 25 mil pracinhas passaram nove meses combatendo no maior conflito armado da humanidade, ajudando a libertar cidades italianas do domínio nazista. Quando retornaram, porém, esses homens não foram considerados heróis por muito tempo. E trouxeram na bagagem romances com jovens italianas, traumas vividos na guerra, e um sentimento geral de admiração por um país aliado: os Estados Unidos da América. Num momento em que o governo de Donald Trump trouxe a guerra para o nosso quintal, o episódio 157 de Escafandro mergulha na missão da Força Expedicionária Brasileira na Segunda Guerra Mundial. Conta como o Brasil atuou na Itália, como essa missão ajudou a moldar nossas Forças Armadas de hoje e reflete sobre o que ela nos ensina a respeito de possíveis futuros conflitos. Mergulhe mais fundo Barbudos, sujos e fatigados: Soldados Brasileiros na Segunda Guerra Mundial (link para compra) Histórias de um pracinha da Segunda Guerra Mundial (link para compra) Os brasileiros e a Segunda Guerra Mundial (link para compra) A dupla face da guerra: a FEB pelo olhar de um prisioneiro (link para compra) Episódios relacionados #70: Os generais e o cerco a Brasília #109: General bom, general mau #142: Heil Trump Entrevistados do episódio Isalete Leal Pedagoga e diretora da Associação dos Ex-Combatentes do Brasil em Valença. Mario Pereira Guia turístico e palestrante. Ex-administrador do Monumento Votivo Militar Brasileiro de Pistoia. Francisco Cesar Alves Ferraz Doutor em História pela Universidade de São Paulo (USP), professor do Departamento de História da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Autor de "Os brasileiros e a Segunda Guerra Mundial" (Zahar, 2005). Cristina Feres Mestre em História Social pela Universidade de São Paulo (USP). Autora de "A dupla face da guerra: a FEB pelo olhar de um prisioneiro" (Editora Intermeios, 2023). Piero Leirner Antropólogo, professor da Universidade Federal de São Carlos. Autor de livros como “O Brasil no Espectro de uma Guerra Híbrida" (Alameda Casa Editorial, 2020), e "Dois ensaios sobre magia política" (Editora Hucitec, 2025). Ficha técnica Produção, reportagem e edição: Matheus Marcolino. Mixagem de som: Vitor Coroa. Trilha sonora tema: Paulo Gama Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari Direção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini
Na segunda e última parte do mergulho na crise planetária de saúde mental, seguimos em busca de respostas pra uma das grandes perguntas do nosso tempo: vivemos uma epidemia de sofrimento psíquico, ou de drogas psicoativas para combater esse sofrimento. Neste episódio, além de trazer mais motivos para o excesso de medicalização, o foco se volta também para os fatores sociais, culturais, econômicos e ambientais que têm impactado nossa saúde mental. Mergulhe mais fundo O que os psiquiatras não te contam (link para compra) A institucionalização Invisível: Crianças que não aprendem na escola (link para compra) Anatomia de uma epidemia: pílulas mágicas, drogas psiquiátricas e o aumento assombroso da doença mental ( link para compra ) A epidemia de doença mental - Revista Piauí Episódios relacionados #59: Sonhos de zolpidem #62: Não sou mais o Pedro - Capítulo 1: Eletroconvulsoterapia #63: Não sou mais o Pedro - Capítulo 2: Internação #137: Os segredos psicodélicos da Jurema Sagrada Entrevistados do episódio Juliana Belo Diniz Psiquiatra, psicoterapeuta e especialista em pesquisa clínica. Pesquisadora do Programa Transtornos do Espectro Obsessivo Compulsivo do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP). Autora de "O que os psiquiatras não te contam" (Fósforo Editora). Maria Aparecida Affonso Moysés Médica pediatra, professora da Faculdade de Ciências Médicas Unicamp, coordenadora do Laboratório de Estudos sobre Aprendizagem, Desenvolvimento e Direitos, da Unicamp, autora do livro A institucionalização invisível: crianças que não aprendem na escola. É militante do Despatologiza - Movimento pela Despatologização da Vida. Dayana Rosa Doutora em Saúde Coletiva pelo Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IMS/UERJ). Gerente de Saúde Mental e Relações Institucionais no Instituto de Estudos para Políticas de Saúde (IEPS). Ficha técnica Edição: Matheus Marcolino. Mixagem de som: Vitor Coroa. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Locução adicional: Priscila Pastre. Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.
Em 2017, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que a depressão é a maior causa de invalidez no mundo. Atualmente mais de um bilhão de pessoas sofrem de algum transtorno mental ao redor do planeta. Uma em cada oito pessoas. Ou 12,5% da população mundial. Essa prevalência é maior entre crianças e adolescentes e varia de acordo com o país. Os brasileiros, por exemplo, parecem sofrer mais com os males da mente do que a média global. O estudo mais recente produzido em âmbito nacional sobre o tema, sintomaticamente, não foi feito pelo Ministério da Saúde, mas pelo Ministério da Previdência Social. Afinal, pessoas com transtornos mentais costumam faltar ao trabalho. São menos produtivas. A pesquisa mostra que em 2024, houve quase meio milhão de afastamentos por motivos relacionados à mente, sendo que ansiedade e depressão são os principais problemas. Esse número representa um aumento de quase 70% em dez anos. Em paralelo, existe um aumento vertiginoso na prescrição de drogas psicoativas. Segundo uma pesquisa feita pelo instituto de estudos para políticas de saúde (IEPS), usando dados do Sistema Único de Saúde, a prescrição de drogas para tratar saúde mental aumentou 50% em uma década. Diante disso, esse episódio tenta responder a uma pergunta inquietante: estamos vivendo uma epidemia de depressão, ansiedade, déficit de atenção e outros transtornos mentais; ou uma epidemia de drogas psicoativas receitadas com base em diagnósticos relapsos e apressados? Mergulhe mais fundo O que os psiquiatras não te contam (link para compra) Anatomia de uma epidemia: pílulas mágicas, drogas psiquiátricas e o aumento assombroso da doença mental ( link para compra ) A epidemia de doença mental - Revista Piauí Episódios relacionados #59: Sonhos de zolpidem #62: Não sou mais o Pedro - Capítulo 1: Eletroconvulsoterapia #63: Não sou mais o Pedro - Capítulo 2: Internação #137: Os segredos psicodélicos da Jurema Sagrada Entrevistados do episódio Juliana Belo Diniz Psiquiatra, psicoterapeuta e especialista em pesquisa clínica. Pesquisadora do Programa Transtornos do Espectro Obsessivo Compulsivo do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP). Autora de "O que os psiquiatras não te contam" (Fósforo Editora). Dayana Rosa Doutora em Saúde Coletiva pelo Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IMS/UERJ). Gerente de Saúde Mental e Relações Institucionais no Instituto de Estudos para Políticas de Saúde (IEPS). Ficha técnica Edição: Matheus Marcolino. Mixagem de som: Vitor Coroa. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Locução adicional: Priscila Pastre. Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.
De acordo com o Censo de 2022, um a cada quatro brasileiros é evangélico. Durante os anos 1980, porém, essa situação era bem diferente. Só 6% da população se dizia evangélica, e poucas coisas eram consideradas mais caretas pela geração jovem e roqueira do que “ser crente”. Isso começou a mudar em 1989, quando uma igreja decidiu apostar no rock como uma estratégia inovadora de evangelização. Sob forte influência da cultura evangélica norte-americana, a Igreja Renascer em Cristo revolucionou a música religiosa brasileira e introduziu uma nova palavra no vocabulário fonográfico: gospel. Levantamentos especializados apontam que a música gospel representa 20% do mercado fonográfico nacional. E esse mercado consumidor, de mais de 47 milhões de pessoas, começou a ser construído quando um jovem músico baiano e um ex-figurão da publicidade da TV Globo ajudaram a emplacar uma banda de rock gospel. O episódio 154 de Escafandro mergulha na história da música gospel, conta como esse gênero musical dominou o Brasil, e como isso ajudou a religião evangélica a se espalhar por todo o país. Mergulhe mais fundo Discípulos, o novo podcast da Rádio Guarda-Chuva Discoteca Básica Episódios relacionados #124: Os falsos gringos Entrevistados do episódio Antonio Abbud Publicitário e bispo da Igreja Apostólica Renascer em Cristo. Paulinho Makuko Músico. Baterista e vocalista da banda Katsbarnea. Ricardo Alexandre Jornalista, escritor, documentarista, e roteirista do programa Conversa com Bial, da TV Globo. Autor de “Os 500 maiores álbuns brasileiros de todos os tempos”. Apresentador do podcast Discoteca Básica. Ficha técnica Produção, reportagem e edição: Matheus Marcolino. Mixagem de som: Vitor Coroa. Trilha sonora tema: Paulo Gama Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari Direção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini
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Observed September 19, 2026.
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